Pães: hay que usar la ciencia, pero sin perder el arte

Em fevereiro iniciei meu caminho para a profissionalização na área da gastronomia, com a formação técnica no curso de Panificação e Confeitaria no IFSC.

Em pouco mais de um mês de aulas práticas e teóricas aprendi tanto que é impossível medir o valor desta experiência. Professores muito sabidos e queridos, laboratórios bem equipados, matérias-primas de qualidade para as aulas práticas… foi surpreendente a estrutura e organização que encontrei lá. Sem contar que a turma 2012/1 é sucesso total, comprometida e divertida :)

Busco aplicar nas preparações caseiras os conhecimentos que tive em aula, e o resultado não poderia ser melhor! Os pães melhoram muito, no sabor, no aroma, na durabilidade… Nunca conseguiu seguir uma receita na vida, mas me rendi de corpo e alma às “fichas técnicas” (nome dado às receitas), com suas proporções exatas e medidas em gramas. Ao contrário do que imaginava, essa exatidão, essa ciência, abrirá as portas para a liberdade de criação.

Ciência e arte, que assunto polêmico! Rendeu grandes controvérsias nas aulas de história de panificação no início do curso. Estou longe de querer concluir este debate, saudável e eterno, mas acho que como em uma receita, os ingrediente dependem um do outro para mostrarem todo seu potencial. Uma pitada de sal aguça o doce, e uma colherinha de açúcar põe o sal para cima!

Antagônicos e complementares, assim como a ciência e a arte. A ciência sustenta a arte, e a arte diverte a ciência. Vamos nos servir de ambas e assar um belo resultado.

Doce abraço!

Anúncios